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Sobre-estadia ou demurrage de contêiner: como prevenir este custo

Quando o contêiner usado no transporte de uma importação não é devolvido ao seu dono – o armador – no local especificado e no prazo livre de demurrage acordado, ele gera um valor diário de sobreestadia de responsabilidade do consignatário da carga, nomeado no conhecimento de transporte marítimo.

Para entender esta cobrança, deve-se considerar o contêiner, onde o produto importado é acondicionado para o transporte seguro, como a utilização de um armazém. O produto fica armazenado nele até sua nacionalização e a armazenagem em outro local ou entrega para o comprador final.

Portanto o contêiner (ou a caixa) é, por assim dizer, a matéria-prima de trabalho do transportador marítimo internacional de cargas conteinerizadas. Sem esta caixa, não é possível  realizar novos transportes. Por isso a sua disponibilidade, livre de custos, é limitada a alguns dias após a descarga no porto brasileiro. Leia mais…


Resolução exige momento de reflexão para os portos catarinenses

Imagem: Site do Porto de Itajaí

A resolução 13/2012, em vigor a partir de janeiro de 2013 é motivo suficiente para um ajuste de posicionamento dos portos catarinenses?

O projeto de Resolução 72/2010 foi convertido na Resolução do Senado Federal 13/2012 como parte da reforma tributária, proposta pelo Governo Federal e publicada no Diário Oficial da União no dia 24 de abril de 2012. Ela trouxe a unificação do ICMS para a importação no Brasil e, com isso, anula a vantagem competitiva de custo do produto importado, se realizado por determinado porto que tinha benefício fiscal.

Santa Catarina já foi afetada por catástrofes naturais, como as enchentes, e foi reerguida com ainda mais força e competitividade. Embora o poder público precise fazer a sua parte, não há dúvidas da capacidade dos catarinenses, trabalhadores e empresários darem a volta por cima. A dificuldade leva à reflexão e tem sido nesse momento que novos caminhos são apresentados. Leia mais…