A importância de sistemas amigáveis


Uma das questões mais importantes para que o usuário goste e use um sistema, é o quão fácil ele consegue realizar o que precisa ou deseja.

É como se você quisesse dirigir por um caminho que não conhece.  As referencias que você tem para chegar até o destino, as placas que estão no caminho; tudo vai afetar sua experiência e contribuir na decisão de querer voltar ou não naquele lugar.

A mesma lógica pode ser aplicada no desenvolvimento de sistemas. Quanto mais fácil para o usuário trafegar por ele, sabendo qual o caminho está percorrendo, como agir no caso de dúvidas, são fatores que contribuem decisivamente para que o usuário adote ou não a ferramenta.

É evidente que em muitos casos a decisão de usar a ferramenta não é do usuário como, por exemplo, sistemas corporativos. Neste caso a situação é negativa para todos os lados: os usuários resistem a adoção, enquanto a empresa gasta com mais treinamentos e tempo de suporte.

Sendo assim, se alguns cuidados forem tomados durante o desenvolvimento do sistema, a implantação será menos trabalhosa e, possivelmente, tenha mais chances de sucesso.

Sobre design, a interface deve ser suave e o mais simples possível. Recursos como usar ícones já conhecidos ajudam o usuário a saber quais ações estão disponíveis sem que ele tenha que ficar procurando (por exemplo usar um ícone de lupa para pesquisa). Também é importante que ele saiba como chegou até aquele ponto e como ele faz o caminho de volta, caso precise retornar.

O processo precisa ser desenhado considerando o comportamento do usuário. Quando for necessário usar informações já inseridas, elas precisam ser fáceis de buscar ou, caso ainda não estejam cadastradas, deve haver um atalho claro para o usuário seguir.

Cada vez mais as empresas estão se preocupando em como melhorar o uso dos seus sistemas. A “usabilidade” certamente é uma delas.


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